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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Charmaine Olívia


A artista dessa semana é a multimídia Charmine Olívia. Ela é fotógrafa, pintora e ilustradora, e
em muitos de seus trabalhos, nota-se que ela se inspira em mulheres. Desde o nudismo feminino, até em imagens mais apelativas como fotos de mulheres se abraçando debaixo d'agua.

Nas fotos, Charmaine usa elementos como retratos de Frida Kahlo, acessórios indígenas e paisagens montanhosas e praianas.

Já nas pinturas, ela gosta de passarinhos, homens e mulheres no geral, mulheres tatuadas e com referências étnicas, e as minhas duas preferidas: a mulher com  máscara de raposa e a menina com olho de pirata. Simplesmente fantásticas!!!  Vale ressaltar que nestes trabalhos, o traço da artista é forte, fazendo com que as pinturas se pareçam com belos borrões!

E por fim, seus inúmeros desenhos. Amei como a artista se inspira na tatuagem, em outros artistas, na estética feminina e como mistura esses elementos ao resto das coisas que aparecem a sua cabeça.
Todos os seus trabalhos podem ser vistos no seu site.

Magnífica....alguém discorda??

C. F.

Saiba mais em: www.charmaineolivia.com

Fotos: reprodução


















C.F.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Julie Becker



Pouco se sabe sobre a moça. E folheando a revista Inked de abril/maio, passei os olhos num editorial onde Julie exibe suas tattoos de super bom gosto que enfeitam seu corpo. 
Dos pés a cabeça, ela tem classe, um estilo que fica lindo em poucas e trabalha num hotel em Nova York. Eh isto. Apenas isto.

Quem souber de mais, por favor. Fique a vontade.

C.F.






Fotos: www.revistainked.com.br

domingo, 8 de maio de 2011

Happy mother's day!!!


Para terminar o dia das mães, uma ilustração with a very fashionable mother!!

Não consegui achar o nome do ilustrador, portanto, readears, fiquem a vontade se souberem.

C. F. 


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Laura Adel Johnson

Há dois anos atrás, quando Laura viu aquelas tradicionais luzinhas que enfeitam nossas árvores de Natal, ela não pensou em coisas como presentes, Papai Noel ou renas e trenós.

A artista australiana pensou em transformar tudo aquilo em arte. Em sentir toda a artificialidade das luzes se transformando em lágrimas iluminando o chão, até fomar piscinas brilhantes. Ou "choro de luz", como a própria artista chama.

Hoje, Laura reside em New York, e costuma se auto intitular artista multimídea, uma vez que já desenvolveu experiências com vídeos e performances, e agora, com instalações e desenhos. Aos que se referem aos pontos de luz, os que mais agradam Laura são os relacionados a mulheres e recentemente, um trabalho no qual mostra a imagem do choro de Jesus Cristo.

Para maiores informações sobre a artista, clique aqui.

Dramático, sutil, impactante. O que mais vcs sentem quando veêm o trabalho de Laura?

C. F.








quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Pamela Love



Meet the most creative designer that I've ever met!! 

Foi através da Fashion Television, programa de produção inglesa totalmente focado em Moda que colabora diariamente durante uma hora na programação do GNT, que conheci com mais detalhes o trabalho de Pamela.

Avessa as formas e desenhos delicadosPamela Love é uma designer de joias nova iorquina que trabalha em cima da estética brutal, bem diferente do tipo de joia que costumo/ costumava apreciar. Bem diferente do tipo de joias que geralmente são consideradas belas.

Colares, brincos e pulseiras em metal, prata e bronze, são polidos de acordo com formas pra lá de angulosas e abusam dos volumes, nos quais alguns remetem a influências étnicas, principalmente as africanas.  Anéis que sustentam pedras brutas também aparecem nas coleções da designer. 
Porém, as mais chamativas e exuberantes são aquelas que estranhamente lembram bicos de pássaros ou algo semelhante.

Sem mais, Pamela já bomba lá fora, e se você não a conhece, está na hora de conhecer.
Eu amo suas criações e fariam parte do meu look o quanto antes, aliás, meus looks pedem por elas.
E você? Leave here your opinion about Pamela's creations. Be confortable. Don't worry.

Plus: O visual da própria Pamela também é incrivel e instigante. Suas tattoos nas mãos parecem um complemento para seus acessórios e trazem um ar hippie porém vanguardista. Conseguem entender?

Carol F.

Fotos: Reprodução




Pam's style

Com Alexa Chung





Ela é suuuper amiga de Alexia


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Life: A Vida de Keith Richards


Durante a leitura de Lifepercebe-se que realmente seria impossível o próprio Keith Richards contar sobre sua vida em menos de 600 páginas.

Da infância na cinzenta Dartford, subúrbio de Londres do Pós-Guerra, a descoberta de Elvis pela única rádio que tocava rock na época, até seu primeiro violão;

Expulso de escolas, o começo da amizade que dura por sua vida toda com Mick Jagger, as histórias com Brian Jones;

Os amores. De Haleema ( seu primeiro amor ), Linda Keith ( quem partiu seu coração ), passando pela groupie - ícone de estilo- junkie Anita Pallenberg, até sua mulher nos dias de hoje Patti Hansen.

Keith não economiza nos detalhes. Tanto das mil e uma histórias das estradas percorridas mundo afora, até sua relação conturbada com Mick. 

Os problemas com a polícia eram muitos. Tanto a dos EUA (onde foi proibido de entrar por um certo tempo), quanto com o governo britânico que insistia em prendê-los por motivos sem nexo algum.

No fundo confesso que me identifiquei com muitas partes do livro, principalmente as que Keith descreve suas viagens e suas casas ao redor do mundo. A temporada na França onde os Stones gravaram Exile on Main Streeta casa que comprou nos anos 70 na Jamaica, que tem até hoje, as diversas idas ao Marrocos com Anita, quando a heroína para eles ainda era algo distante...

Com base nos estudos numerológicos, é bem provável que assim como eu, Keith tenha alma 5. Que significa espírito livre, solto, amante de viagens e intensas buscas por experiências.

Que assim seja, Richards prova em Life que apesar da vida hardcore que levou durante muito tempo, sim, ele ainda lembra de tudo!!!

PS: A lenda na qual diz que Keith Richards iria uma vez por ano para a Suíça trocar de sangue é um exagero da mídia. Na verdade, quando ele foi pego de surpresa por paparazzis (sim, essa raça já existia na época), entrando em seu avião rumo a Zurique, ele respondeu com todo seu sarcasmo que iria trocar seu sangue, pois o que tinha em seu corpo já não prestava mais.
Mas a verdade é que, ele fora para a Suíça para se desintoxicar sim, mas da forma mais comum, é claro.

Dica: Para os músicos, vale muito a pena a leitura, pois em todos os capítulos, Keith fala minuciosamente sobre música crua, desde o jazz e o blues, que foram suas primeiras grandes influências, até o significado de muitas músicas do Stones.

Já pra mim que não sei tocar absolutamente nada, ou quase nada, vale pelas histórias, divertidas e pesadas, o que foi na verdade o maior motivo para que eu comprasse o livro.

C. F.

Fotos: Reprodução



Capa de Life


Linda Keith, foi quem partiu seu coracão pela primeira vez

Anita, groupie-ícone de estilo e junkie na época


Tocando com 64 anos. Congrats Keith!!



Com Patti Hansen

A família Richards reunida

Stones na formação original, ainda com Brian

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Anita Pallenberg


Quando você lê a auto biografia de alguém como Keith Richards não é surpresa encontrar e conhecer nomes de gente que fez os anos 60 acontecer e ser realmente um dos anos mais inesquecíveis de todos os tempos.
E foi nessa que me deparei com Anita Pallenberg.

Já tinha ouvido falar de Anita. Soube que nos auge dos anos 60, 70, quando tudo de mais interessante que tinha na vida ainda estava sendo descoberto, ela atuava na cena como uma espécie de groupie, traçando os músicos mais cobiçados do momento.
Mas graças a Life, descobri que Anita tinha sido bem mais do que uma groupie.

Anita Pallenberg é citada no livro a princípio como namorada de Brian Jones, um dos precursores dos Stones, mas que se viu obrigada a dar um fim na relação pelo comportamento louco e agressivo de Brian, que na época, viajava no ácido e definitivamente não segurava a onda.

Logo após o término com Brian, Anita correu para Keith, que apesar de ser amigo e trabalhar com Jones, cedeu ao que já estava sentindo por ela há alguns meses.
A partir daí comecei a descobrir o que Anita de fato representou naquela época.

Icone de estilo e adepta das mais exêntricas roupas, Anita que era magra feito um cabide, as emprestava para Keith, que também magrelo, emprestava suas roupas para Anita, um verdadeiro rodízio de roupas.

De origem italiana, Anita havia morado em diversos países, falava três idiomas, conhecia todo o circuito de artes e as pessoas mais quentes da época, servindo como uma espécie de ponte, apresentando gente importante e interessante para... adivinha, gente importante e interessante.

No seu mailing, encontramos nomes como o pessoal da pop art, que começava a brilhar, como Andy Warhroll, Gerard Malanga, escritores, poetas e músicos de NY e Europa.

E como todo jet setter, poucas coisas na vida têm mais importância do que viajar. E de preferência para lugares exóticos, cools ou cosmopolitas. 
Foi nisso que a dupla Anita & Keith, passou a ir direto para o Marrocos, junto com Mick & Marianne e mais os outros da gangue. 

Todos no auge. Todos lindos, todos talentosos. Todos muito loucos. E como louco atrai louco, se juntaram com o casal, mais hype do que todos juntos, Paul & Thalita Getty, que já citei aqui.

Muito bom mesmo.

Fotos: Reprodução

Carol F.




Cena de "Performance", que fez ao lado de Mick Jagger

Ela lembra Edie Segdwick, pelo seu jeito delicado mas ao mesmo tempo rebelde

Com Keith, com quem teve dois filhos

Anita era modelo na época, e chegou a fazer alguns filmes, como Barbarela

Com Brian Jones


Suas feições não são assim tão belas, mas pelo conjunto da obra e seu senso de estilo, ela foi musa


Os diversos estilos de Anita

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

1024 - Architecture



1024 architecture é uma empresa fundada pelos franceses Pierre Schneider e François Wunschel, onde projetam instalações, intervenções urbanas, performances, exposições, etc...

Nisso, aproveitaram e criaram o coletivo EXYTZ. Projeto que visa ocupar os mais diversos tipos de lugares, e neles, produzir eventos experimentais, onde abrem as portas para quem quiser colaborar com sua criatividade. Pois segundo eles, o espaço é feito através de uma dinâmica de intercâmbio, onde todos podem ser os arquitetos.
 
O resultado, são eventos que reunem gastronomia, vídeo, música, design gráfico e por aí vai.... 
Vale ressaltar, que os dois franceses fazem questão de deixar seus convidados totalmente a vontade para que criem num ambiente de total liberdade criativa, imprevisibilidade e informalidade.

E através de toda essa interação e dinamismo, acabam surgindo jogos de vídeos, edifícios de arquitetura, ambientes musicais e festas temáticas!!!

Resumindo, essa dupla resolveu oferecer espaços para que pessoas possam estimular o lado mais criativo, sem qualquer barreira, e que possam criar tudo o que realmente sentirem no momento.
Mais do que incrível, genial.

Confiram aqui, alguns dos projetos.

Carol F.
xxx